3 de dezembro de 2008

Ciranda de idéias


Um mágico, um escultor de sonhos, uma criança em suas brincadeiras... O que dizer de quem escreve, de quem de uma caneta e um papel faz surgir como num passe de mágica um outro mundo? Um mundo que por vezes faz sorrir; mas que pode de maneira tão bela quanto, fazer chorar. Que dom tão belo e tênue, o de manejar bem as palavras.

Palavras que levam a reflexão ou a constatação de fatos, que pode prender a realidade ou simplesmente como num golpe de arte marcial oriental te arrebatar para outra dimensão, a das idéias, dos sonhos, do imaginário;do lúdico...

O paradoxo do prazer e da dor, a arte de escrever como uma expressão livre, livre para observar ou não as normas cultas da língua, para criar novos gêneros literários ou apenas escrever... Num exercício de liberdade e prazer, numa dança linda entre emoção e razão.

Pela escrita pode-se formar conceitos, destruir preconceitos e ampliar nossa cosmovisão.

Quem escreve não morre,mas renasce cada vez que tem uma de suas obras lidas.
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