
Chegou correndo, porta aberta e, abarrotada de bagagens entra sem dizer nada.
− Pois não, posso ajudar?
Desviando o olhar, ela fala apressada:
− Um quarto, por favor.
− Fez reservas? Perguntei. Ela, ainda sem olhar, balança a cabeça.
− Não?
− Tem certeza que não tem nem um quartinho pra mim? Um pequenininho sequer? Não precisa ser suíte não.
− Olha, mais à frente tem uma hospedaria, quem sabe lá você num encontra lugar.
− Pode ser.
− Você sabe, encontrar lugar aqui, assim, sem reservar é difícil. Ainda mais num lugar tropical, sol o ano inteiro.
− Como é seu nome? Perguntou.
Respondi −Alma Livre.
Ela já ia correndo, toda atrapalhada com suas bagagens. Gritei.
− Ei psiu! E o seu?
− Meu nome? TRISTEZAAAAAAAA!!!
1 comentários:
Muito interessante!
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